3 de nov de 2014

Juíz incorruptível não serve para os “companheiros”

Pouca gente se lembra, mas Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, transformado pelo PT no belzebu do Brasil, já foi um queridinho do partido. Lula se orgulhava de ter nomeado “o primeiro negro para a corte suprema do país”, o que, além de falso, era um tanto malandro. Antes de Barbosa, dois negros já haviam chegado à corte: Pedro Lessa, entre 1907 e 1921, e Hermenegildo de Barros, entre 1917 e 1931. Lula, como sempre, inaugurava o já inaugurado. O PT insistia na cor da pele de Barbosa porque esperava contar com um ministro grato que lhe fizesse todas as vontades. Quebrou a cara, e o herói de antes virou um desafeto.
Na edição desta semana, leiam, VEJA traz uma reportagem de Daniel Pereira e Robson Bonin demonstrando que o alvo da vez do partido é o juiz Sérgio Moro, que cuida do caso do petrolão, seguramente mais grave do que o mensalão, de quem já tomou o lugar de maior escândalo da história republicana. A artilharia contra Moro já está preparada.
À VEJA, disse um dos advogados dos acusados: “Já foram reunidas provas irrefutáveis de corrupção, e não temos mais como discutir o mérito. Nossa estratégia agora é encontrar falhas graves na condução do processo e tentar desqualificar o juiz”.
Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, notório advogado de mensaleiros e agora de acusados de participar da corrupção na Petrobras, disse que Moro tinha virado “o grande eleitor da sucessão de 2014″. Os defensores dos corruptos pretendem denunciar o juiz ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão responsável por analisar a conduta de magistrados. “Vão alegar, informa VEJA, que ele promoveu um vazamento seletivo de um processo em curso na Justiça Federal e esperam contar com a simpatia pela causa da corregedora do CNJ, a ministra Nancy Andrighi. A ideia é conseguir o afastamento de Moro das ações relacionadas ao caso”. Vale lembrar: Dilma Rousseff, candidata à reeleição e agora reeleita, fez a mesma acusação.
A tropa de advogados pretende ainda buscar a anulação das delações premiadas de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, ainda a ser homologada, alegando que eles foram coagidos por Moro, que teria ameaçado prender familiares de ambos.
Informa ainda a revista: “Em outra frente, os advogados estudam a possibilidade de pedir a transferência das investigações para o Rio de Janeiro, onde fica a sede da Petrobras, o foco dos maiores desvios em apuração. Com a mudança de foro, aumentariam suas chances de neutralizar os delegados da Polícia Federal e os procuradores que fazem as investigações. “Sem o trabalho deles, esse processo dificilmente chegará ao fim a contento”, diz uma das autoridades que trabalham no caso.
Vão parar por aí? Não! Um dos advogados afirma: “Também vamos levantar coisas da vida pessoal do juiz”. Informa VEJA: “A orientação é para verificar a evolução patrimonial dele e de seus familiares, além das relações políticas que eventualmente tenham”.
Os companheiros, em suma, vão recorrer ao método de sempre: pôr para funcionar a sua máquina de enlamear reputações e contar com a rede suja na Internet e na subimprensa, financiada por estatais, para tentar desmoralizar o juiz e melar a investigação.
Leiam a reportagem da VEJA que está nas bancas. O inimigo nº 1 do PT no momento chama-se Sérgio Moro, um juiz que tem o defeito, até onde todo mundo sabe, de ser incorruptível. Não serve para os “companheiros”.

Por Reinaldo Azevedo


13 de jun de 2014

Como a Fifa vai arruinar o Brasil. É cômico



Esse Jornalista Explicou para os Americanos... por videosvirais

Em um programa de TV americano, este jornalista e comediante explicou da melhor forma possível o que a FIFA está fazendo com o Brasil. De alguma forma ele vai fazer você rir muito, ao mesmo tempo em que trata de problemas muito sérios que poucas pessoas sabem. É obrigação de todo fã de futebol assistir esse vídeo.

15 de mai de 2014

BTG quer comprar fatia de franceses na Caixa Seguros

Aline Bronzati | Agência Estado

O BTG Pactual, que ingressou no ano passado no mercado de seguros, planeja dar um passo audacioso neste segmento. Após a aquisição da seguradora do Banco Pan (ex-Panamericano), que deve ocorrer nas próximas semanas, o banco de André Esteves quer abocanhar o controle da Caixa Seguros, hoje nas mãos da francesa CNP Assurances.
O assunto, ainda guardado sob sigilo, já preocupa os acionistas majoritários da seguradora porque BTG e Caixa são sócios na Pan Seguros. Segundo fontes ouvidas pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, a parceria entre Caixa e CNP, firmada em 2001, vai até 2021, mas o BTG estaria disposto a adquirir a fatia da francesa antes do fim do contrato.
Um dos desafios do BTG é convencer a CNP a repassar o controle da seguradora no Brasil, o que, conforme fontes, não está no radar deles. Embora não esteja prevista multa, caso o BTG consiga um acordo com os franceses, terá de desembolsar alguns bilhões de reais, uma vez que a operação cresceu desde o fechamento do acordo.
Quando adquiriu 51% das ações da Caixa Seguros, em 2001, a CNP pagou US$ 538 milhões pelo negócio. Com a venda do controle, a CaixaPar, braço de investimentos da Caixa, ficou com 48%. Hoje, a operação brasileira é a segunda mais importante da CNP no mundo, atrás apenas da unidade francesa. No ano passado, a Caixa Seguros teve o maior lucro da sua história, de R$ 1,4 bilhão.
Segundo uma fonte de mercado, Caixa e CNP planejam uma reformulação do modelo de negócios, com intuito de aumentar a participação da seguradora no mercado. No formato atual, conforme outra fonte, há dificuldades de inovações em termos de oferta de produtos uma vez que o controle está nas mãos da CNP. A participação das operações de seguros no resultado da Caixa está entre 15% e 20%. A referência para o mercado é o Bradesco, em que representa 30% do lucro do banco.
Contrato
É um desejo antigo da estatal mudar o contrato com a CNP, dizem fontes. Isso se arrasta desde 2003. Já houve, inclusive, uma ação pública questionando a venda do controle da Caixa Seguros para a CNP sem licitação, já que se trata de uma instituição pública. A prorrogação do contrato depende de uma negociação com o banco estatal.
Outro obstáculo aos planos do BTG é uma possível abertura de capital da seguradora da Caixa, nos mesmos moldes do que foi feito com BB Seguridade, do Banco do Brasil.
A CNP Assurances informou, por meio de nota, que tem "presença de longo prazo no Brasil, através do controle da Caixa Seguros, que é um dos principais focos da sua estratégia". Explicou ainda que o controle do negócio é por "tempo indeterminado" e que o prazo de 2021 diz respeito apenas ao acordo de distribuição de seguros, ou seja, o balcão da Caixa. Sobre o possível interesse do BTG, a seguradora francesa preferiu não comentar. Procurados, a Caixa Econômica Federal, o BTG e a Caixa Seguros também não comentaram o assunto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte:
********************
"Ao estabelecer que a associação da CEF com a seguradora seria mantida, o Acordo possibilitou uma maior valor de venda da seguradora, em razão, dos resultados financeiros vislumbrados pela garantia do acesso da seguradora à rede de distribuição da CEF. Por outro lado, o Acordo estabeleceu diversas garantias para a CEF, como o direito de preferência no caso de ulterior alienação de ações pela adquirente e restrições no sentido que os novos adquirentes não sejam competidores da CEF."
Leia tudo em:

Plenário - Tribunal de Contas da União


***********************
http://sistemas.cgu.gov.br/relats/uploads/RA201306005.pdf

********************

ANS suspende comercialização de mais 161 planos de saúde


Medida é punição para planos que apresentaram pior desempenho entre dezembro do ano passado e março deste ano; planos atendem 1,7 milhão de usuários


VEJA A LISTA DOS PLANOS SUSPENSOS PELA ANS
ALLIANZ SAÚDE S/A
Registro ANS: 000515
Planos suspensos: 11 / Beneficiários: 170878
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
410188990    SPECIAL 10    30827
410190991    SUPERIEUR 10    27279
410197999    QUALITE 10    18573
410200992    QUALITE 40    4034
410204995    EXCELLENCE 10    3526
410205993    EXCELLENCE 20    8430
416016999    BASIC 10    40575
416017997    MAXI 10    13587
433370005    BASIC PME    10027
433374008    SUPERIEUR 20 PME    12875
433380002    EXCELLENCE 20 PME    1145  
 
AMERON - ASSISTENCIA MEDICA ODONTOLÓGICA DE RONDONIA S/A.
Registro ANS: 321338
Planos suspensos: 3 / Beneficiários: 6889
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
456776085    COLETIVO POR ADESÃO PRATA 1    4186
456777083    COLETIVO POR ADESAO BRONZE 1    1761
456784086    PLANO PRATA 3 INDIVIDUAL/FAMILIAR    942  
 
ASSIMÉDICA SISTEMA DE SAÚDE LTDA.
Registro ANS: 401846
Planos suspensos: 4 / Beneficiários: 19328
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
401070981    Master Basic    2012
412170998    GLOBAL PLENO    2844
412173992    GLOBAL PLENO    10632
448970045    PLANO GLOBAL PLENO ADESÃO    3840  
 
ASSOCIAÇÃO AUXILIADORA DAS CLASSES LABORIOSAS
Registro ANS: 340146
Planos suspensos: 2 / Beneficiários: 5291
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
466021118    LINE    5281
466625129    LINE CLASS    10  
 
BIOVIDA SAÚDE LTDA.
Registro ANS: 415111
Planos suspensos: 3 / Beneficiários: 62360
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
466365129    UNISIS I/F ENFERMARIA    15747
466366127    UNISIS I/F APARTAMENTO    5134
467068120    UNISIS CE ENFERMARIA    41479  
 
CAMED OPERADORA DE PLANO DE SAÚDE LTDA
Registro ANS: 416339
Planos suspensos: 2 / Beneficiários: 10394
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
424642990    Equilíbrio Especial sem Obst    7503
468429130    Bem-Estar Especial com Obstetrícia Apartamento    2891  
 
CAIXA SEGURADORA ESPECIALIZADA EM SAÚDE S/A
Registro ANS: 418072
Planos suspensos: 3 / Beneficiários: 62360
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
465102112    SAÚDE PRONTO-CO    4352
465103111    SAÚDE FUNDAMENTAL-CO    13004
465867111    ODONTO VITAL-PF    9665
466669121    SAÚDE VITAL COLETIVO-CO    7134
468731131    SAÚDE PRIMORDIAL - SP ENFERMARIA CO    286  
 
CASA DE SAÚDE SÃO BERNARDO S/A
Registro ANS: 363766
Planos suspensos: 3 / Beneficiários: 11856
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
434077009    MASTER 452E    1586
460295091    CAPIXABA AMIGO EXECUTIVO 2    4215
467377128    São Bernardo Total Empresarial Especial    6055  
 
CENTRO TRASMONTANO DE SAO PAULO
Registro ANS: 303623
Planos suspensos: 2 / Beneficiários: 48325
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
440263024    Gold - Enfermaria Ambulatorial/Hospitalar    7730
450225046    PREMIUM - Enfermaria - Amb. Hospitalar com Obstetricia    40595  
 
CONMED SÃO LUIS - CONVÊNIOS MÉDICOS DE SAÚDE SUPLEMENTAR LTDA
Registro ANS: 417483
Planos suspensos: 2 / Beneficiários: 3039
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
463244103    PREMIER S/OBST INDIVIDUAL/FAMILIAR ENFERMARIA    3031
463525106    PREMIER PLUS C.OBST COLETIVO EMPRESARIAL APARTAMENTO    8  
 
COOPUS - COOPERATIVA DE USUÁRIOS DO SISTEMA DE SAÚDE DE CAMPINAS
Registro ANS: 384356
Planos suspensos: 2 / Beneficiários: 5571
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
461455101    130.1.20 CA    4233
461506109    134.1.22 CA    1338  
 
ECOLE SERVIÇOS MÉDICOS LTDA
Registro ANS: 414298
Planos suspensos: 1 / Beneficiários: 31484
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
400748994    Ecole Empresarial Básico    31484  
 
ESMALE ASSISTENCIA INTERNACIONAL DE SAUDE LTDA.
Registro ANS: 395480
Planos suspensos: 1 / Beneficiários: 1770
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
462400109    PREMIUM    1770  
 
FUNDAÇÃO ASSISTENCIAL DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO DA FAZENDA
Registro ANS: 346926
Planos suspensos: 6 / Beneficiários: 66789
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
466490126    ASSEFAZ RUBI APARTAMENTO EMPRESARIAL    39162
466492122    ASSEFAZ SAFIRA ENFERMARIA    6502
466493121    ASSEFAZ DIAMANTE APARTAMENTO    1845
466496125    ASSEFAZ RUBI APARTAMENTO    3416
466497123    ASSEFAZ SAFIRA APARTAMENTO    5622
466500127    ASSEFAZ SAFIRA APARTAMENTO EMPRESARIAL    10242  
 
GREEN LINE SISTEMA DE SAÚDE S.A
Registro ANS: 325074
Planos suspensos: 10 / Beneficiários: 198366
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
400307991    Standard Global    47053
400308990    Special Global    28955
400309998    Executive Global    4372
400319995    Standard Global    22006
400320999    Special Global    39135
432844002    Plano Referência Special - PME    13477
432845001    Plano Executive - PME    2603
443019031    IDEAL RELATIVA ENFERMARIA    13450
459535091    STYLE    8857
459554098    CLASSIC - CE    18458  
 
MARÍTIMA SAÚDE SEGUROS S/A
Registro ANS: 000477
Planos suspensos: 5 / Beneficiários: 142263
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
401393980    IDEAL    51380
401394988    BASICO    50156
401396984    PLENO I    18205
437004020    Pequena e Micro Empresa - Exclusivo Enfermaria    359
447449030    Empresarial -  Essencial Enfermaria    22163  
 
PLAMED PLANO DE ASSISTENCIA MEDICA LTDA
Registro ANS: 343463
Planos suspensos: 3 / Beneficiários: 22007
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
427159999    Plano Básico BA Co-Participação    16903
435240018    PLAMED STANDARD I COM CO-PARTICIPAÇÃO    1281
469053132    PLAMED PRATA EMPRESARIAL II C/P    3823  
 
PRONTOMED ASSISTÊNCIA MEDICA LTDA.
Registro ANS: 403849
Planos suspensos: 1 / Beneficiários: 1744
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
414822993    ProntoMed Saúde    1744  
 
SANTA RITA SISTEMA DE SAUDE S/C LTDA
Registro ANS: 413194
Planos suspensos: 1 / Beneficiários: 13788
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
435791014    SANTARIS    13788  
 
SANTO ANDRÉ PLANOS DE ASSISTENCIA MÉDICA LTDA.
Registro ANS: 400190
Planos suspensos: 5 / Beneficiários: 49231
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
456407073    RUBI    17362
456478072    ESPECIAL    524
461071097    FÊNIX    1710
461072095    ORION    26675
469093131    Medical TOTAL    2960  
 
SAÚDE MEDICOL S/A.
Registro ANS: 309231
Planos suspensos: 4 / Beneficiários: 5534
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
401747981    BÁSICO    4272
457427083    Pleno 320 A    112
467794123    PLENO PLUS 320 (E)    363
467796120    MASTER PLUS 520 (A)    787  
 
SB SAÚDE LTDA SOCIEDADE SIMPLES
Registro ANS: 360465
Planos suspensos: 1 / Beneficiários: 806
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
401802998    CSB BÁSICO 11 - ATEND. SÓ CLÍNICA SÃO BERNARDO/ENFERM.    806  
 
SEISA SERVIÇOS INTEGRADOS DE SAÚDE LTDA.
Registro ANS: 338362
Planos suspensos: 3 / Beneficiários: 21819
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
434204006    PREMIUM BLUE GR - CA    6843
456389071    SAFIRA    8805
456492078    PREMIUM BLUE GR - CE    6171  
 
SOSAUDE ASSISTÊNCIA MÉDICO HOSPITALAR LTDA

Registro ANS: 410926
Planos suspensos: 3 / Beneficiários: 10885
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
453350040    STANDARD ENFERMARIA SEM OBSTETRICIA    7978
453351048    VIP APARTAMENTO SEM OBSTETRICIA    1458
467556128    Só Saúde Enfermaria sem Obstetrícia Empresarial    1449  
 
TEMPO SAÚDE SEGURADORA S.A.
Registro ANS: 000361
Planos suspensos: 2 / Beneficiários: 4591
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
409117995    AIG Saúde - Plano Master - Clube Médico    3227
466201126    Clássico SP/RJ - Enf (com copart)    1364  
 
TERRAMAR ADMINISTRADORA DE PLANO DE SAUDE LTDA
Registro ANS: 412759
Planos suspensos: 3 / Beneficiários: 71678
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
440466021    NORDESTE VIDA MAIS II ENFERMARIA    53979
440467020    NORDESTE VIDA MAIS I APARTAMENTO    3659
440468028    PLANO AMBULATORIAL    14040  
 
UNIÃO HOSPITALAR OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE LTDA
Registro ANS: 413780
Planos suspensos: 3 / Beneficiários: 3272
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
436218017    UH VI - AMB + HOSP SEM OBST FRANQUIA QUARTO COLETIVO    296
442185030    UH VII - AMB + HOSPITALAR COM OBSTETRICIA QUARTO INDIVIDUAL    227
466191125    Plano UH Master 110 Coletivo por Adesão - Rede Básica I QC    2749  
 
UNIMED GRANDE FLORIANÓPOLIS-COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO
Registro ANS: 360449
Planos suspensos: 10 / Beneficiários: 42245
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
435397018    Uniflex Estadual - Apto    781
435399014    Uniflex Estadual - Apto co-participação 50%    2485
435409015    Uniflex Nacional    1679
435411017    Uniflex Nacional co-participação 50%    679
435413013    Uniflex Nacional - Apto co-participação 20%    2396
435414011    Uniflex Nacional - Apto co-participação 50%    2604
435415010    Uniflex Nacional    7712
435419012    Uniflex Nacional - Apto co-participação 20%    10937
436708011    Uniflex Regional    2699
450630048    UNIFLEX REGIONAL 50% CO-PARTICIPAÇÃO INDIVIDUAL E FAMILIAR    10273  
 
UNIMED IMPERATRIZ COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO
Registro ANS: 352543
Planos suspensos: 1 / Beneficiários: 624
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
409004997    UNIVIDA BÁSICO INDIVIDUAL AMBULAT.+ HOSPITALAR C/OBSTETRÍCIA    624  
 
UNIMED MACEIO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO
Registro ANS: 327689
Planos suspensos: 7 / Beneficiários: 47271
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
406633992    univida básico plus I    6726
416052995    Univida Especial Coletivo Empresarial    6290
430309001    plano est.esp. amb.+hosp.+obst.  co-participação    4050
430337007    Estadual Básico Plus Coletivo por Adesão    3689
460400098    Estadual Básico Plus Coletivo Empresarial    3490
704030990    Univida Especial Coletivo por Adesão    20244
704031998    Referência - Coletivo Empresarial    2782  
 
UNIMED MONTES CLAROS COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA.
Registro ANS: 304051
Planos suspensos: 2 / Beneficiários: 8604
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
451412042    UNIPART APARTAMENTO    622
467301128    Coletivo Adesão Unimaster Enfermaria    7982  
 
UNIMED PAULISTANA SOCIEDADE COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO
Registro ANS: 301337
Planos suspensos: 35 / Beneficiários: 475909
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
401044992    MASTER    5416
401046999    PLENO    4888
433246006    UNIPLAN BÁSICO    5627
433247004    UNIPLAN PLENO    812
445901036    PADRÃO    19178
445902034    INTEGRAL    5236
445907035    REFERÊNCIA    1085
445908033    PADRÃO    5605
445916034    INTEGRAL    5712
445917032    SUPREMO    10691
455209061    Integral Uniplan Adesão    29713
455210065    Integral Uniplan Individual    3792
455211063    Padrão Uniplan Adesão    53078
455216064    Supremo Uniplan Individual    5915
455231068    Original Enfermaria Empresarial    34240
455232066    Original Enfermaria Individual    22801
455234062    Padrão Apartamento Empresarial    8741
455235061    Padrão Apartamento Individual    7951
455236069    Padrão Uniplan Empresarial    59550
455244060    Supremo Uniplan Empresarial    14214
459378092    Padrão Apartamento Uniplan Empresarial    20528
459389098    Padrão Apartamento Uniplan Adesão    8482
461082092    Padrão Enfermaria Uniplan Empresarial c/ Co-Participação    22824
461091091    Padrão Apartamento Uniplan Empresarial c/ Co-Participação    3362
461093098    Original Enfermaria Empresarial c/ Co-Participação    6096
467886129    Padrao Apartamento Plus Uniplan Empresarial    663
467976128    UP PRATA UNIPLAN INDIVIDUAL    4400
467980126    UP BRONZE APARTAMENTO INDIVIDUAL    5469
467981124    UP BRONZE ENFERMARIA INDIVIDUAL    16992
467990123    UP PLATINA I UNIPLAN INDIVIDUAL    1206
467991121    UP OURO UNIPLAN INDIVIDUAL    5693
467995124    UP BRONZE APARTAMENTO UNIPLAN ADESAO    2774
467998129    UP BRONZE ENFERMARIA UNIPLAN EMPRESARIAL    36778
701002998    PLENO    17341
701003996    MASTER    19056  
 
UNIMED SERGIPE - COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO
Registro ANS: 337668
Planos suspensos: 3 / Beneficiários: 41938
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
703788991    UNIVIDA ESPECIAL PLUS 1    16323
703790992    UNIVIDA BASICO PLUS 1    13657
704574993    UNIMED CIDADE BASICO    11958  
 
UNIMED/RS FEDERAÇÃO DAS COOPERATIVAS MÉDICAS DO RS LTDA
Registro ANS: 367087
Planos suspensos: 2 / Beneficiários: 5763
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
460393091    UNIMÓDULO E GER1-AS    2700
467179121    Nacional Beta Prata    3063  
 
UNIMED-RIO COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO DO RIO DE JANEIRO
Registro ANS: 393321
Planos suspensos: 1 / Beneficiários: 2065
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
467678125    Unimed Beta 2 Dental PPE    2065  
 
VIVA PLANOS DE SAÚDE LTDA
Registro ANS: 412791
Planos suspensos: 9 / Beneficiários: 63375
  
Registro    Produto    Quantidade de beneficiários
457591081    SAÚDE GLOBAL 30    8569
460038090    SAÚDE QP - 12    313
460040091    SAÚDE QP - 11    10156
460046091    SAÚDE GLOBAL 10    8818
460047099    SAUDE PE110 QC    9266
460051097    SAÚDE PE 11 QC    5734
460055090    SAÚDE PE 12 QC COPA    255
468021129    PREFERENCIAL I    9852
468023125    GLOBAL I    10412
Fonte:
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,ans-suspende-comercializacao-de-mais-161-planos-de-saude-de-36-operadoras,1166574,0.htm


10 de mai de 2014

Dica para os turistas

Fifa alerta estrangeiros sobre problemas do país da Copa
'O maior desafio será para eles', diz o secretário-geral Jérôme Valcke, que pede a turistas que só viajem ao Brasil se tiverem um roteiro muito bem organizado
Leia AQUI








Beneficio na Papuda: tal pai, tal filha

filha de Dirceu
foto plantaobrasil.com

Benefícios na Papuda: filha de Dirceu usa carro oficial para furar fila e visitar o pai na prisão

Joana Saragoça, filha do mensaleiro, usou carro da Subsecretaria do Sistema Prisional e foi prontamente recebida na entrada restrita a funcionários

filha do mensaleiro José Dirceu, Joana Saragoça, usou um veículo oficial para furar fila e visitar o pai, que cumpre pena no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. O carro em que Joana chegou ao presídio, na quarta-feira, é utilizado em operações sigilosas de Estado e foi conduzido pelo servidor da Sesipe (subsecretaria do sistema prisional) Wilton Borges. A informação foi divulgada nesta sexta-feira pelo jornal Folha de S.Paulo. 

A bordo do veículo, a filha do mensaleiro não foi obrigada a enfrentar a longa fila de espera à qual os familiares dos demais detentos são submetidos – inclusive os que chegam de carro, como foi o caso. Joana, ao chegar à Papuda às 8h55 da manhã, foi prontamente autorizada a entrar no presídio, usando inclusive a entrada que seria restrita a funcionários. 

Os familiares de detentos "comuns" enfrentam até duas horas de burocracia e revistas até que sejam autorizados a ver os parentes. Ao menos 2.000 pessoas fazem fila diariamente no presídio em dia de visitas. O horário de entrada é restrito e dura somente das 9 horas às 16 horas.

De acordo com a Folha de S.Paulo, ao menos uma visita ocorreu também numa quarta-feira, mesmo dia em que Joana foi flagrada entrando sem pegar fila, e causou mal-estar entre servidores da Papuda, que a apelidaram de "atendimento a domicílio" para familiares de Dirceu.

Procurado, o governo do DF, administrado por Agnelo Queiroz (PT), afirmou que não tinha conhecimento de que a filha de Dirceu usou um carro oficial para ter acesso privilegiado ao presídio. 

Depois, o governo divulgou nota afirmando que a carona aconteceu porque Joana auxiliava em uma investigação interna sobre a possibilidade de Dirceu fazer uma greve de fome em protesto por ainda não ter sido autorizado a trabalhar fora do presídio.

A greve de fome de Dirceu, na verdade, nunca aconteceu. Ele mesmo descartou a hipótese antes mesmo de sentir qualquer desconforto. A própria subsecretaria do sistema prisional (Sesipe) descartou que o ex-ministro estaria sofrendo por inanição. Consultada, a Vara de Execuções Penais do DF, que usualmente seria comunicada de uma investigação do gênero, disse não ter "informação sobre esse fato".

Procurada, a filha do mensaleiro respondeu apenas que “não conversa com jornalistas”. 

O advogado de Dirceu, José Luis de Oliveira Lima, afirmou que cuida apenas das questões jurídicas de envolvem seu cliente, e que "cabe à Secretaria de Segurança do DF se posicionar sobre as visitas”. 

O nome de Dirceu aparece constantemente associado a regalias a que ele teria direito deste que foi preso na Papuda, em novembro do ano passado. O Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou documento nesta quarta-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF) afirmando que há indicativos claros de tratamento diferenciado concedido aos mensaleiros que cumprem pena no Distrito Federal, entre eles, o ex-ministro. Entre esses indicativos, ele citou o fato de os presos terem recebido visitas em horários diferenciados na Papuda.

Dirceu passa a maior parte do dia no interior de uma biblioteca onde poucos detentos têm autorização para entrar. Lá, ele gasta o tempo em animadas conversas, especialmente com seus companheiros do mensalão, e lê em ritmo frenético para transformar os livros em redações, o que lhe pode garantir dias a menos na cadeia. O ex-ministro só interrompe as sessões de leitura para receber visitas – incluindo um podólogo –, muitas delas fora do horário regulamentar e sem registro oficial algum, e para fazer suas refeições, especialmente preparadas para ele e os comparsas.

Comandada pelo PT, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara realizou uma diligência até a Papuda com o objetivo de negar a existência de benefícios aos condenados no julgamento do mensalão e, dessa forma, evitar sanções aos mensaleiros. A intenção era pressionar pela liberação do trabalho externo para Dirceu, mas o tiro saiu pela culatra: os deputados encontraram Dirceu assistindo um jogo de futebol em TV de plasma e conferiram que sua cela é maior e mais equipada que a dos demais detentos – possui micro-ondas, chuveiro quente e uma cama melhor.



Médico Cubano diz que Dilma apoia a ditadura





7 de mai de 2014

Lula é beneficiado com julgamento político


Desta vez Lula está com a razão

Aloísio de Toledo César* - O Estado de S.Paulo

O ex-presidente Lula, em entrevista à Rádio e Televisão de Portugal, afirmou que o julgamento do mensalão
foi 80% político. A notícia foi publicada em manchete no Estado e ganhou destaque praticamente em toda a imprensa brasileira. Todos conhecemos que Lula é especialista em falar coisas que evidenciam o seu despreparo, mas, desta vez, é forçoso reconhecer que ele tem razão: o julgamento do mensalão foi mesmo político, exageradamente político.

Se não tivesse sido político aquele julgamento, Lula poderia estar atrás das grades, ao lado de José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares e mais alguns que faziam parte de seu grupo íntimo, como os banqueiros e o famoso publicitário que lavava dinheiro (e hoje cumpre a mais pesada pena). E por que se pode afirmar que foi político o julgamento?

Quando houve a denúncia do escândalo, teve início o devido processo legal para a apuração dos fatos apontados como criminosos e, ao final, o Ministério Público Federal, a quem competia denunciar os acusados perante o Judiciário, deixou de fora o principal deles - e foi assim que Lula, por evidente influência política, ficou de fora.

Para quem não estudou Direito Penal nem está familiarizado com a matéria, é importante lembrar como transcorreram os fatos. Ao lado do gabinete de Lula, no Palácio do Planalto, havia outro gabinete chefiado pelo braço direito dele, o então poderoso ministro José Dirceu. Depois do ex-presidente Lula, quem mais mandava no Congresso Nacional e, a bem dizer, no País era José Dirceu. Pelo seu gabinete, debaixo do nariz de Lula, e com seu notório conhecimento e participação, trafegavam diariamente os políticos seduzidos pelo dinheiro angariado por Dirceu com a ajuda do deputado federal José Genoino e de outros petistas integrantes do grupo íntimo.

O Ministério Público Federal, no entanto, apesar de todas as evidências de que Lula tinha conhecimento e, portanto, participara da trapaça, deixou-o de fora. E por que assim agiu? A primeira versão é a de que faltou coragem, mas a segunda certamente talvez seja a mais verdadeira: não seria oportuno denunciar um presidente da República e, assim, causar enorme trauma ao País, principalmente o presidente que acabara de nomear o procurador-geral de Justiça.

Aqui se remete ao Direito Penal para demonstrar o absurdo de tal decisão. O Código Penal, que está em vigor e não poderia ser esquecido pelo Ministério Público, deixa claro em seu artigo 13 que o resultado de um crime somente pode ser imputado a quem lhe deu causa. E, no mesmo caput, completa o raciocínio: "Considera-se causa a ação ou omissão sem a qual o resultado não teria ocorrido". Ou seja, a omissão de quem tem conhecimento dos fatos é tão criminosa quanto a ação, de tal forma que as alegações de Lula, de que não participou de nada, de que não sabia de nada, de que foi pego de surpresa, serviram apenas para aliviar seus companheiros de partido.

Para que não se tenha dúvida de quanto no Direito Penal é grave a conduta por omissão, vale lembrar o entendimento tanto de doutrinadores como de juízes na linha de que, nos crimes cometidos por omissão, a causalidade não é fática, mas jurídica, pois consiste em não haver o omitente atuado, como deveria e poderia atuar, para impedir o resultado.

O Supremo Tribunal Federal - a quem Lula imputa julgamento 80% político -, em suas seguidas manifestações ao longo de décadas, sempre entendeu que omitir não é não fazer nada, mas, sim, não desenvolver uma determinada conduta, contrariando uma norma jurídica em que se contém comando de agir.

Enfim, a omissão no caso se torna penalmente relevante, porque o agente Lula tinha condições de agir para impedir o resultado final e evitar o assalto aos cofre públicos. O ex-presidente, naquele momento, se estivesse realmente isento de culpa, poderia acabar com a trapaça e pôr para fora do Palácio do Planalto, e até mesmo da vida pública, aqueles seus amigos que enchiam os bolsos de dinheiro e permaneciam ao seu lado.

São evidentes, assim, os indícios de que Lula cometeu claro crime comissivo por omissão, e, portanto, a ausência de ação punitiva pelo Ministério Público Federal representa até hoje um tapa na cara de cada um de nós, brasileiros. Tanto que o próprio inocentado hoje dá entrevistas para criticar o julgamento e alegar que nele houve influência política.

Outra declaração que ele fez, do mesmo calibre, é a de que não houve mensalão e um dia a história vai ser recontada. Ora, nós estamos vivendo períodos conturbados da história política brasileira, em que a Comissão da Verdade apura crimes cometidos durante os anos de chumbo - aqueles em que o Brasil era governado por generais. Esse trabalho, por sua importância, não deveria ser restritivo. Seria mesmo desejável que o ex-presidente Lula se dispusesse a depor perante tal comissão e contasse toda a verdade, que conhece mais do que ninguém, a respeito do mensalão.

O Brasil tem o direito de saber como tudo aconteceu e quem são os culpados e os inocentes. Lembre-se que os réus condenados pelo Supremo Tribunal Federal estão todos presos e, portanto, se houve injustiça nessas condenações, o ex-presidente faria um favor não só ao País, mas também aos condenados, que talvez nessa conduta encontrassem argumentos para ingressar com ações revisionais das condenações.

O que se mostra ofensivo à inteligência de cada um de nós é o fato de alegar que o julgamento foi político, como se ele próprio não tivesse sido o principal beneficiário dessa conduta lamentável e que projeta uma luz negra sobre uma instituição à qual, em milhares de outros assuntos, o País tanto deve: o Ministério Público Federal.

*Aloísio de Toledo César é desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo. E-mail: aloisio.parana@gmail.com

Leia em: